domingo, 22 de novembro de 2009

Agradável surpresa...

Estava eu a passear pelo Google para ver se encontrava mais artigos das Jornadas de Ciência Política 2009, organizadas quando eu fui Presidente do Núcleo de Estudantes de Ciência Política quando me deparei com uma surpresa muito agradável:

Um jornal de Macau fez publicou um artigo sobre uma das conferências das Jornadas! :D

E esta hein?!




terça-feira, 27 de outubro de 2009

O dia depois do dia 11

…resultou na continuação de um Rumo Certo. Os praienses votaram e foram sinceros. Os eleitores quiseram a Praia a continuar a olhar em frente, para o futuro, a dar passos maiores e ainda mais importantes que os que começaram a ser dados há quatro anos, que também foram fundamentais. Imaginemos se toda esta caminhada tivesse começado há 8 anos….

Este é o rumo do desenvolvimento, onde a praia, os praienses e respectivos problemas estão em primeiro lugar para esta Câmara, para a Assembleia Municipal e respectivas juntas. O dia 11 não só se tratou simplesmente de um momento histórico para o concelho da praia, mas também para o PS da Praia da Vitória, por ter sido o 11º melhor resultado a nível nacional (por curiosidade: no dia 11, o PS venceu 11 freguesias e ficou em 11º lugar na posição nacional). Foi também o dia da reafirmação da continuação de um projecto para a nossa cidade.

Se hoje temos uma Câmara que ouve a população, que concretiza sonhos de diversas gerações como a avenida marginal, requalifica e amplia a casa das tias, transforma o centro urbano mais citadino e apreciável, requalifica e constroi uma nova urbanização no antigo Bairro Joaquim Alves, por isso e muito mais leva-nos a imaginar como será a Praia da Vitória nos próximos anos.

A praia está em boas mãos! Sem dúvida! Com uma boa equipa na Câmara, bons elementos na Assembleia Municipal e juntas de freguesia com pessoas participantes, fazendo politica a sério com pessoas a sério. Infelizmente esta realidade não se verifica em toda a parte do país. Entristece-me ver Gondomar ou Oeiras com aqueles presidentes… mas dá gosto em ver que os praienses depositam confiança em Roberto Monteiro como os Lisboetas ao António Costa, que provavelmente vai ser no futuro um dos próximos primeiros-ministros de Portugal.

Seria um grande passo para o resto do país se candidaturas a municípios como esses semelhantes a Gondomar e Oeiras, seguissem o mesmo exemplo que as pessoas que ganharam no nosso concelho. Seria bom que equipas como as que foram apresentadas pelo Partido Socialista à Praia da Vitória (com gente séria e disposta a defender os interesses do nosso concelho e seus cidadãos), fossem vencedoras em concelhos como os que referi.

Não foram as políticas baixas, e muito menos a ausência da RTP Açores no maior jantar comício de sempre na Ilha Terceira (com mais de 3000 pessoas) que desanimaram o PS. Muito pelo contrário! Um artigo que li há poucos dias neste mesmo jornal, demonstra de forma clara a política baixa que por vezes foi utilizada por elementos afectos à oposição, revelando o desnorte em que o PSD da Praia da Vitória mergulhou.

Os praienses expressaram a sua opinião livremente no passado dia 11 de Outubro, bem como há 4 anos, e hoje está à vista de todos o resultado de uma boa governação socialista.

*publicado no jornal "Diário Insular"

sábado, 29 de agosto de 2009

Baixa Política

Escrevo porque estou indignado.
O candidato do PSD à Câmara Municipal da Praia da Vitória, na apresentação dos candidatos deste partido às Juntas de Freguesia do Concelho da Praia da Vitória, ao invés de valorizar os candidatos que apresentava, utilizou a referida apresentação para lançar insultos e graves acusações gratuitas à candidatura do Partido Socialista.
As acusações graves e de baixo nível que proferiu mostram o desespero e a postura deste candidato que em nada dignifica a democracia, o Concelho da Praia da Vitória e, estamos certos, muitas pessoas do Partido Social Democrata que, certamente, se sentem envergonhadas e desmotivadas com esta postura.
Parece que o candidato do PSD tem memória curta e não se recorda das perseguições e dos métodos utilizados pelas Câmaras do PSD que apoiavam freguesias, instituições e pessoas consoante as suas afinidades partidárias, que hostilizavam todos aqueles que não partilhavam o mesmo cartão de militante com os dirigentes da autarquia nessa altura e que ameaçavam com o fim de contratos de trabalho ou prometiam empregos em troca de aceitação por um lugar nas listas do PSD.
Desde 2005 que a Câmara Municipal da Praia da Vitória se pautou por uma actuação transparente, justa e com critérios bem definidos. Prova disso são os investimentos em todas as Freguesias do Concelho, independentemente da cor partidária de cada Junta de Freguesia, ou o programa Fundo de Coesão Rural que apoia todas as Instituições do Concelho através da apresentação de projectos, sendo os mesmos pontuados consoante a sua importância e o cumprimento de requisitos pré-estabelecidos num regulamento.
Foi assim ao longo dos últimos quatro anos e será assim no futuro, com justiça, com visão e com coração, colocando os interesses da Praia da Vitória e das nossas 11 Freguesias acima de guerrilhas partidárias promovidas por quem apenas quer o pior para o nosso Concelho.
As listas do Partido Socialista à Câmara Municipal, Assembleia Municipal e Assembleias de Freguesia são compostas por pessoas sérias, idóneas e que querem dar o melhor pela sua Terra, sem qualquer tipo de pressão, como era apanágio do PSD.
Esse tempo, felizmente, acabou.
Acreditamos que também nas listas do PSD estarão pessoas sérias e honestas que não se revêem neste tipo de acusações e de baixa política que o candidato do PSD à Câmara Municipal promove.
A Praia da Vitória é um Concelho em boas mãos e assim continuará como reconhecimento pelo trabalho exemplar que tem sido realizado nos últimos quatro anos.

*Texto publicado no jornal "Diário Insular"

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Entrevista a Leonor Poeiras e Francisco Penim


Leonor Poeiras:



Leonor Poeiras estreou-se em televisão no ‘Diário da Manhã’ ao lado de Júlia Pinheiro e Henrique Garcia. Depois enfrentou o desafio de ser, ao lado de José Carlos Araújo, a apresentadora de ‘Fear Factor – Desafio Total’. Voltou e foi recebida como pivô do informativo matinal, dando mais tarde o salto definitivo para o entretenimento, onde se encontra actualmente como apresentadora de ‘Quem Quer Ganha’, substituindo ainda Júlia Pinheiro no seu programa quando esta se ausente. Vamos ver o que Leonor nos revela sobre o seu percurso profissional e sobre quem é esta apresentadora que adora desafios.

Quem é a Leonor Poeiras?

Sou uma pessoa muito bem-disposta. Decidi ser feliz muito pequenina e por isso movo-me nesse sentido!

Faço o possível para proporcionar momentos felizes aos que me rodeiam! E é isso que me faz feliz!

Como foi parar a televisão? Ainda se lembra da sua estreia em frente as câmaras?

Depois de concluir o curso na Católica fiz um estágio na TVI de 6 meses e no final fui convidada para integrar a 1ª equipa do ‘Diário da Manhã’. A primeira vez frente às câmaras foi em Outubro de 2004, num directo para o ‘Diário da Manhã’; a partir de uma pastelaria no Campo Grande em Lisboa, questionei várias pessoas sobre Egas Moniz… Raras souberam dizer que razão o levou a ganhar o Nobel da Medicina em 1949. Lembro-me perfeitamente, correu-me muito bem!

A Leonor começou como repórter do ‘Diário da Manha’. Como foi fazer trabalho de reportagem?

Foi muito satisfatório entrevistar o cidadão comum todo os dias. Adoro trabalhar em directo e em equipa! E ter a Júlia Pinheiro e o Henrique Garcia sempre por perto nesta altura foi fundamental para aperfeiçoar o meu trabalho.

Como surgiu o convite para apresentar o ‘Fear Factor’?

Foi o José Eduardo Moniz que sugeriu o meu nome para o casting. Fiz e fui escolhida. Foi óptimo receber a notícia!

Gostou de fazer dupla com o José Carlos Araújo?

Quem não gosta? O Zé Carlos é um dos mais brilhantes profissionais que conheço! Adoro-o! E aprendi muuuuuuito com ele!

O que mais a marcou neste programa?

Curiosamente tudo o que vivi atrás das câmaras. Foi uma experiência maravilhosa viver 3 meses na Argentina. Estreei-me no entretenimento com a Endemol e não podia ter corrido melhor! Continuo a acreditar que sem uma boa equipa não somos nada!

Em 2004 voltou de novo para o ‘Diário da Manha’. Como foi apresentar esse espaço?

Foi excelente, mas muito duro por questões de horários.

Na altura, a imprensa disse que foi a Leonor que pediu para sair. Foi verdade?

Sim, pelas razões que dei agora. E na TVI compreenderam e aceitaram.

Actualmente está no ‘Quem Quer Ganha’, gosta de apresentar este programa?

Adoro o ‘Quem Quer Ganha’. Que bom que é oferecer todos os dias dinheiro! Especialmente a quem mais precisa. E depois, lá está, voltamos à equipa. Somos muito ligados. Com a Endemol sinto-me em casa!

Como surgiu a oportunidade de o apresentar?

Numa primeira vez foi para substituir a Iva, que durante muito tempo não teve férias. A partir daí cresci no programa.

O ‘Quem Quer Ganha’ sofreu alterações, o que acha deste renovado programa? Está mais divertido?

Está mais animado! Tem público e eu divirto-me sempre! Passa a correr!

Sente a responsabilidade de substituir Júlia Pinheiro no programa ‘As Tardes da Júlia’?

Claro! Mas é com um sorriso nos lábios que a substituo! Mostrar que sou versátil é muito positivo!

Aos 24 anos, a Leonor disse que sonhava em apresentar um programa de informação puro e duro. Ainda tem este sonho?

Não. Adoro a minha boa disposição e alegria e não quero abdicar delas!

Já recebeu convites para sair da TVI?

Não.

Espera um dia apresentar em horário nobre?

Trabalho com o mesmo empenho em qualquer horário... e acho lamentável que se pense que o horário nobre é a meta, porque tem melhores audiências!

Eu trabalho para o público, não para os números!

Que conselho dá aos jovens que querem seguir o mundo da televisão?

Acho fundamental que tenham talento! Por isso analisem bem a vossa personalidade! Se têm algo a acrescentar ao que já existe... muito bem! Aí é seguir em frente! De alma e coração!

Diogo Filipe e Nuno Pereira

Francisco Penim:



Francisco Penim, ficou conhecido como director de programas da SIC, mas antes foi o responsável pelo nascimento da SIC Radical e do fenómeno “Gato Fedorento”, esteve à conversa com o “Novelas Nacionais”, falou-nos um pouco sobre a sua passagem na SIC e das suas opções enquanto director de programas da SIC. Francisco Penim foi directo e preciso, como todos nós o conhecemos.

Quem é o Francisco Penim?
Sou jornalista e executivo de televisão.

Qual a importância que a TV tem na sua vida?
Imensa, uma vez que foi na televisão onde trabalhei mais anos.

Quando foi director da SIC Radical qual o momento mais marcante?
São muitos mas o seu lançamento foi talvez o momento mais marcante porque a partir desse momento nada seria como dantes.

Com a saída de Manuel da Fonseca foi convidado a ser director de programas da SIC. Se fosse hoje teria aceitado o convite?
Claro que sim. É um convite que não se pode recusar.

O porquê da queda da SIC, quando era director? Foram programas mal escolhidos ou era uma TVI e RTP muito fortes?
A SIC começou a cair em 1997 e não quando eu era director. Hoje continua a cair e atingiu os resultados mais baixos da sua história. Responder a esta pergunta era estar 4 horas a falar porque não há uma resposta simples. Há uma miríade de justificações e variáveis que fizeram, ao longo dos anos, com que a SIC caísse nas audiências.

Qual foi a pior aposta da SIC durante a sua passagem como director de programas?
De novo, é difícil de responder, mas não é a primeira vez que dou o exemplo do Wrestling como uma má aposta minha nos anos como director de programas da SIC.

O seu objectivo era que a SIC conseguisse ser uma televisão inovadora, facto que se veio a revelar um fracasso, como vê hoje a SIC?
A SIC é uma televisão inovadora, comigo e com todos os directores de programas que teve e tem. Dizer que isso se revelou um fracasso não é nem correcto, nem objectivo. A SIC hoje passa pela sua pior fase de resultados, quer financeiros, quer de audiências... mas é uma fase. A SIC há-de ficar melhor.

Enquanto director da SIC, José Figueiras, Ana Marques, entre outros apresentadores foram esquecidos, porque?
São opções tal e qual como um treinador de futebol faz quando escolhe os jogadores que jogam na sua equipa.

Na SIC apostou na ficção nacional, que ainda teve alguns sucessos como Floribella e Vingança, a actual direcção tenta fazer o mesmo, mas não está a conseguir. Porquê? A ficção da SIC esta parecida com a da TVI?
A aposta actual da ficção da SIC é muito diferente da minha, nas opções artísticas e na quantidade de novelas. A Floribella não foi apenas um sucesso, foi o maior sucesso da história da SIC na perspectiva do impacto que teve na sociedade. Ter uma "fábrica" de fazer novelas de sucesso demorou à TVI cerca de 6 anos. Em apenas 2 anos na SIC fizemos uma fábrica que fez novelas com e sem audiência. A SIC actual só fez uma novela sem audiência e não é com uma novela que se faz uma "fábrica", que se faz um género ou uma escola de novela ou que se ombreia com as novelas da TVI.

Quais os melhores e piores momentos enquanto directo da SIC?
Não houve bons e maus momentos. Há momentos de luta e todos os momentos na SIC foram momentos de luta.

Nuno Santos tem sido um bom director de programas?
Os directores de programas são seres humanos, fazem erros e tomam boas decisões. O Nuno está a fazer o melhor trabalho possível.

Com a saída de José Eduardo Moniz a Televisão em Portugal fica mais pobre?
Sim, claro.

A saída de Moniz pode levar a que a TVI perca a liderança? Ou na sua opinião a TVI tem uma estrutura capaz de ultrapassar esta perca?
Pode perder com tempo mas as variáveis são tantas que qualquer previsão é perda de tempo.

O que espera da TV no futuro?
Espero que seja uma televisão que agrade mais o público, que o mesmo tenha a escolha que necessite ao seu alcance.

Como avalia o aparecimento de espaços onde se discute televisão? Enquanto director de programas da SIC alguma vez os visitou?
Sinceramente penso que são de uma gestão impossível devido ao carácter anónimo da Internet. Têm obviamente o seu interesse mas não me seduzem enquanto utilizador.

Diogo Filipe e Nuno Pereira

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Teatro PSD

O PSD tem assumido ultimamente umas atitudes engraçadas e tristes. Carlos César apelou ao voto no Partido Socialista e o PSD criticou esse aspecto porque entende que não o deve fazer enquanto exerce o cargo de Presidente do Governo Regional dos Açores esquecendo-se que ele é também presidente do Partido Socialista dos Açores. Contudo, Carlos César mantém o respeito pelos açorianos ao não assumir as funções de cabeça de lista do PS nos Açores às legislativas de 27 de Setembro.

Olhando para o arquipélago de Jardim, já nem digo “para o outro arquipélago português”, eu pergunto: qual a opinião do PSD Açores sobre o facto de Alberto João Jardim, Presidente do Governo Regional da Madeira, ser o cabeça de lista do PSD Madeira às legislativas 2009 pela Região Autónoma da Madeira apelando assim, directamente, ao voto no PSD? Segundo o ponto de vista do PSD Açores, Jardim também não devia ser candidato a deputado nas legislativas, pois, directa ou indirectamente está apelando ao voto no PSD.

A este PSD Açores aconselho olharem em seu redor e pensarem antes de agir ou dizerem qualquer tipo de asneira, o que já vem sendo habitual. Um PSD com um vazio de ideias que vive numa constante glorificação do seu passado e que não se preocupa em resolver os problemas que o país enfrenta. Preocupa-se sim se a pessoa X ou Y integram ou não as listas do partido e que recorre a ataques com a mesquinhice do costume e que demonstram que não conseguem outra forma de fazer oposição ao adversário, sublinhando assim o vazio de ideias que o PSD tem mostrado a todos nós.